Mostrar mensagens com a etiqueta Da Autoria dos Nossos Alunos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Da Autoria dos Nossos Alunos. Mostrar todas as mensagens

7 de maio de 2009

Hat Catwalk

Os alunos da nossa escola demonstraram uma vez mais o seu espírito de iniciativa, empenho e criatividade na 2ª Edição do Desfile de Chapéus.
Aqui estão os grandes vencedores:

4º LUGAR: Inês, Maria, Catarina e Gonçalo (4º ano)



3º LUGAR: Laura e Patrícia (8ºA)

2º LUGAR: Márcia e Débora (7º A)



1º LUGAR: Luís, Miguel e Tiago (8ºA)



PARABÉNS A TODOS QUANTOS PARTICIPARAM!


10 de março de 2009

"A Magia dos dois Irmãos"


Era uma vez um casal de mágicos cujo apelido era Elric e que, com as suas perigosas actuações, conquistavam o público.
Mas certo dia, Eva Elric fartou-se das irresponsáveis actuações e quis divorciar-se do marido.
Dias depois de se separar, deu por si grávida de gémeos mas não contou ao ex-marido, pois tinha medo que, quando deixasse de os amamentar, estes fossem usados como cobaias nos seus truques.
Dez anos mais tarde, enquanto o filho Edward e a sua irmã Anastácia Elric estavam na escola, alguém matou Eva e fugiu sem deixar rasto.
À tardinha, quando Edward e Anastácia chegaram a casa, interrogaram-se:
- Onde está a nossa mãe? - perguntou Edward.
- Onde está a nossa casa? - respondeu Anastácia.
- Porque é que está um bilhete no chão a dizer que mataram a nossa mãe e que só a teríamos de volta, a ela e à casa, se a ressuscitássemos? - perguntou novamente Edward.
E com um ar de desprezo, Anastácia fitou Edward. Mais abaixo, o bilhete dizia:
“P.S.- se a quiserem ressuscitar, vão hoje à cidade fantasma do Norte, no Expresso da Meia-Noite, ter com o mago André que vos dará uma poção. Deitem-na no sítio da casa enquanto recitam o seguinte poema:
Agora somos puros, faz com que voltemos ao passado para impedirmos o assassinato.”
Felizmente, tinham algum dinheiro consigo e os bilhetes eram bastante baratos. Quando chegou a noite, lá foram eles para o Norte.
De manhã, Anastácia perguntou se Edward estava bem.
- É claro! Adoro passar 7 horas a dormir numa linha férrea que mais parece um terramoto, sentado em bancos macios como granito... – respondeu Edward numa voz grossa e alta.
Quando foram para a cidade, não estava lá ninguém. Mas uns passos à frente, um homem começou a chamá-los. Chamava-se David. Os irmãos não ficaram espantados, pois a mãe nunca lhes disse o nome do seu pai.
David acompanhou-os durante uma hora até chegarem à sua casa. Quando lá chegaram, o mago disse:
– Dou-vos a poção com uma condição. Têm que passar no teste. Mas aviso-os, apenas os puros sobrevivem.
E lá foram para o teste. Olhando em volta, repararam que havia tubarões num rio mesmo ao lado. O objectivo era conseguir atravessar o lago pegando em lianas frágeis ao peso e agarrar a poção que estava do outro lado do rio.
- Gritando do outro lado do rio, André disse:
- Aos vossos lugares, preparar... vão!
E numa entusiasmante prova chegaram às lianas. David, Anastácia e Edward saltaram mas a liana cedeu ao peso e David foi comido pelos tubarões.
Tristes, foram para casa e na manhã seguinte fizeram aquilo que a carta dizia.
Despejaram a poção e disseram:
- “Agora somos puros, faz com que voltemos ao passado para impedirmos o assassinato.”
E cerca de 5 segundos depois, estavam no passado. Antes de irem para a escola, esconderam-se nos arbustos e esperaram. Alguém aproximou-se dos arbustos e disse:
- Agora, minha cara ex-mulher, vou matar-te!
Uma pequena armadilha estava preparada: um buraco tapado por folhas, ervas e outras coisas. O assassino caiu e, na verdade, era David. Ele foi preso e os Elric viveram felizes, isto é, se David não resolvesse fugir da prisão...

Rafael Dias e Rita Varela – 6ºB

3 de março de 2009

"Um Ano Lectivo"


Aqui temos mais uma narrativa da autoria dos nossos escritores!


Era uma vez uma rapariga que se chamava Iolanda. Ela era nova na escola D. Sebastião, em Vila Nova de Gaia.
Duas raparigas que estavam à entrada da escola, a Maria e a Mariana, aperceberam-se que a Iolanda era nova lá na escola, porque parecia perdida. Aproximaram-se e disseram:
- Olá, já reparámos que és nova por aqui. Podemos ajudar-te? Junta-te a nós. – perguntaram elas.
- Que simpáticas! Ficava muito agradecida. Não é fácil andar numa escola que não conhecemos! – respondeu a Iolanda.
Juntas, as novas amigas foram dar uma volta pela escola, para que a Iolanda se integrasse.
Entre testes, exames, trabalhos, e festas, o ano lectivo passou rapidamente e aproximou-se a festa de final de ano, em que toda a gente queria participar.
No dia da festa, elas chegaram mais cedo à escola para ensaiar. Havia muita coisa para fazer, pois ele era músicas, danças, enfim, uma festa em grande.
No final do ensaio, Iolanda, insegura, disse:
- Acho que não vou conseguir! Com as pessoas a assistir fico nervosa, vou-me esquecer de tudo e o resultado vai ser uma grande trapalhada.
As suas amigas confortaram-na dizendo:
- Não te preocupes! No fim tudo corre bem!
Na hora da festa estavam todas muito nervosas, mas tudo correu bem. O público aplaudiu e foi um sucesso!
Depois, nos bastidores, fizeram um concurso para ver quem dançava e cantava melhor. Adivinhem quem ganhou a dança? Sim, foi a Iolanda. A cantar, ganhou à Maria.
Para celebrar o início das ferias de Verão, o grupo de amigas teve a ideia de fazer uma festa. A Mariana sugeriu que fosse no barracão do João. A Iolanda questionou-se se seria boa ideia:
- Achas que é boa ideia irmos para o teu barracão, João?
- Sim claro! Desde que o deixemos como o encontrámos, não faz mal.
Quando acabou a festa, já era de manhã, e ninguém deu pelas horas passarem.
A mãe da Mariana foi ao quarto para a acordar mas ela não estava lá, o que a deixou numa grande preocupação. Quando Mariana chegou a casa, a mãe começou a ralhar com ela por não ter avisado que não ia dormir a casa, e ficou três semanas de castigo.
Quando acabou o castigo, começaram, então, as férias.

Diogo Manata e Rita Marques, 6ºB

9 de fevereiro de 2009

Novo Logótipo da Be/Cre

Da dupla de designers do 8ºA, João Rosa e Filipe Monteiro:


16 de dezembro de 2008

Conto "Um Dia Chuvoso"


Num dia chuvoso, ia um senhor muito pobre que não tinha casa, a pedir dinheiro pelas ruas, com a sua roupa rasgada.

No dia seguinte, ele foi para Lisboa. Quando lá chegou, uma senhora deu-lhe 10€. O senhor muito pobre agradeceu-lhe dizendo-lhe muito obrigado.

O mendigo foi logo a correr para uma loja e comprou 2 garrafas de vinho, água, comida e ainda lhe sobrou 4,80€. O dinheiro que lhe sobrou, ele guardou e foi pedindo mais. Um dia, ele contou o dinheiro e reparou que já tinha 24€ aos quais juntou os 4,80€.

Foi a uma loja de roupas onde compro calças, uma camisola e um casaco. Algum tempo mais tarde, encontrou uma mulher muito gira e apaixonou-se por ela e ela por ele. Começaram a namorar, casaram-se e tiveram muitos filhos. Na casa deles havia flores que falavam, os filhos deles voavam, as mesas andavam. Enfim todo era mágico

Certo dia, encontraram um cão. Quando chegaram a casa, o cão começou a falar e, a partir daí, passou a fazer parte da família.

Claro que viveram felizes para sempre.


Trabalho elaborado por : Bruno Marques, 6ºB

10 de dezembro de 2008

Conto "O Mundo Encantado"


Era uma vez um rapaz que se chamava Harry, que vivia sozinho perto do mar. Um dia, ele decidiu ir passear. Tanto andou, tanto andou, que se perdeu. Chegou a noite, e resolveu deitar-se na areia.
No dia seguinte, acordou e andou alguns metros, até que encontrou uma fada. Escondeu-se atrás de uma rocha a observá-la. Ela chamou:
- Harry, sai de trás das rochas! Eu não te faço mal. - Disse a fada.
-Prometes que não me fazes mal? - Perguntou o Harry.
-Sim, Harry! Prometo.
-Como é que te chamas? - Perguntou o Harry
-Chamo-me Joana. Queres que te mostre o Mundo Encantado?
-Sim, por favor!
E assim, ela abriu um portal. Lá, encontrou muitas criaturas estranhas: unicórnios, sereias, bruxas e muitos outros seres.
Perante tamanha beleza, Harry decidiu ficar a viver naquele lugar.
Certo dia, apareceu uma bruxa que queria apanhar o Harry e a Fada Joana por serem os próximos a reinar no Mundo Encantado. Todas as criaturas lutaram até vencerem a bruxa, mas o rei do Mundo Encantado ficou muito ferido e a morrer disse:
- Eu torno o Harry rei do Mundo Encantado.
A partir daí, Harry tomou conta do reino.
Mais tarde anunciou que iria casar-se com a Fada Joana. Juntos reinaram no Mundo Encantado e tiveram muitos filhos.
O antigo rei apareceu então numa nuvem e disse:
- Quero dar-vos os parabéns por terem tomado tão bem conta do meu reino. Como recompensa, vou dar-vos os meus poderes mágicos. Com eles poderão ser muito mais felizes e ainda poderão governar o Mundo Encantado de outro Mundo.
E assim viveram felizes para sempre.


Trabalho elaborado por: Diogo Manata e Carolina Fouto, 6ºB

2 de dezembro de 2008

Conto "Os 3 Irmãos numa Aventura"


Era uma vez uma floresta cheia de surpresas que se situava no Brasil.
Um dia, apareceram na floresta dois meninos e uma menina: a Vânia, o Ricardo e o Miguel. O Miguel era muito curioso, o Ricardo muito aventureiro e a Vânia muito medrosa.
Uma manhã, os três irmãos descobriram uma gruta.
- Vamos entrar! – Exclamou o Miguel.
Mas a Vânia não gostou da ideia.
- Não sejas medrosa, vamos entrar! – disse o Ricardo.
- Eu fico à porta. - Respondeu a Vânia.
- Está bem - Disse o Ricardo .
Passou-se meia hora, duas horas e eles não apareciam.
De repente, Vânia ouviu «ah, ah, ah, ah …»; era o Miguel e o Ricardo a fugir de um velho, careca, desdentado e com uma verruga no queixo muito grande que gritou:
- Nunca mais vos quero ver!!!!!!
Vânia, quando ouviu aquilo, escondeu-se atrás de uma árvore, mas não reparou que estava uma aranha mesmo no centro da teia. Quando Vânia olhou para cima e viu a aranha, começou a fugir e a gritar:
– Socoooooorrrro!!!!!
O Miguel ouviu e disse:
– Ricardo, a Vânia está a pedir socorro, vamos lá ver o que se passa.
Como o ponto combinado era a casa da árvore muito pequenina, com duas janelas, uma escada de 3 metros e uma porta, a Vânia escondeu-se no telhado. O Miguel e o Ricardo, quando subiram, ouviram tremer no telhado. Era a pobre da Vânia que tinha caído do telhado e ficou sentada no cadeirão! Miguel exclamou:
- Aquela gruta é muito escura!
E o Ricardo disse:
- Amanhã de manhã vamos lá.
Vânia logo berrou:
- Nãaaaaaaaaaaaao!
No dia seguinte, enquanto o velho dormia, os 3 irmãos entraram na gruta e viram um portão azul e amarelo que tinha um pato em cima a dizer: « blá blá, o velho é careca, blá blá, o velho tem uma verruga …»
Entraram pelo portão e viram o Paraíso onde nunca chovia e onde havia duas cascatas, cada uma maior que a outra. Lá havia dinossauros, bruxas boas, dragões, fadas boas, duendes, ogres e árvores com bigodes que falavam.
Enquanto eles observavam aquilo tudo, apareceu por magia uma rainha que flutuava e levou os três irmãos ao seu castelo debaixo de água. Mas, espantosamente, conseguiam respirar. Quando entraram no castelo, havia um jacuzzi onde nadavam cinco peixes: o Xico, a Dora, o Faísca, a Mancha e o Opel. Também havia um parque infantil onde brincavam cinco meninos que não tinham nome. Mas entretanto, o velho acordou às duas da tarde e foi ao Paraíso que era o seu quintal. Pois, é que ele era o marido da rainha. Esta explicou aos meninos que ele era bonzinho e não um ogre. E então, os meninos, todas as manhãs, iam ao palácio da rainha que lhes dava doces.

Elaborado por: Ana Rita e Rafael Courinha, 6ºB

17 de novembro de 2008

Conto "Três Bruxas, Uma Aventura"


Três bruxinhas dormiam nos seus quartos até o Sol se pôr no país do medo.

Os seus nomes eram: Magda do Sapo Esteves e das três irmãs era a mais velha, era tão suja que tinha a pele verde como a água do esgoto, vestia-se de preto e usava uma caveira na ponta do chapéu, tinha também um gato preto falante chamado Caveirinha e era louca por uma banda de zombies chamada Caveira Rock, tinha o quarto cheio de pósteres e CDs dessa banda; Miquelina do Sapo Esteves, bruxinha boa, com o quarto enfeitado de corações e muito asseada, vestia-se de cor-de-rosa e estava sempre pronta a ajudar; e Malvadinha do Sapo Esteves, bruxinha malvada mas muito bonita, adorava fazer diabruras e culpava sempre uma das irmãs.

Assim que acordavam, iam brincar com as amigas para o parque ou para a sua casa.

Até que, certo dia, afastaram-se demais, foram ter à floresta das trevas e perderam-se.

Voltando para trás a pensar que seguiam o caminho certo, repararam que estavam a ser perseguidas por algo e lembraram-se das histórias que a mãe lhes contava sobre as maldições de 31 de Outubro, que era nesse mesmo dia.

Começando a correr, Malvadinha tropeçou num ramo e, mais rápido do que uma flecha, o guardião do inferno apanhou-a e levou-a para o inferno, abrindo uma grande brecha no chão.

Magda e Miquelina tentaram salvá-la mas eram muito lentas. E chorando pela floresta, encontraram o caminho para casa. Mas sem a irmã.

No dia seguinte, usaram as suas poupanças para comprar vassouras a jacto e um kit de magia negra Voo Doo.

Treinaram arduamente durante um ano para salvar Malvadinha no grande dia, à hora H: 31 de Outubro de 1805.

Foram novamente à floresta das trevas para tentar reaver a sua irmã.

O guardião apareceu finalmente e as duas irmãs combateram-no sem tréguas. No entanto, ele ganhou e levou-as para o inferno.

Quando o guardião chegou a casa, tirou a máscara e era, na verdade, Malvadinha.

Ela contou-lhes o que tinha acontecido, como conheceu o rei do inferno e como se tinha tornado guardiã.

O rei, quando a viu, soube que era uma bruxa e declarou que, quando o antigo guardião morresse, ela tomaria o seu lugar mas, até lá, ela iria treinar.

Juntas, resolveram fugir do inferno e foram para casa.

Na noite seguinte, foram a um concerto dos Caveira Rock e Magda cantou com eles.

Elaborado por: Rafael Dias e Rita Varela, 6ºB

Contos Originais

Por forma a dar asas à criatividade, os alunos dos 6º anos da EBI de Montargil responderam ao desafio da Professora Ester Mestre e, aos pares, empenharam-se na escrita de contos na aula de Língua Portuguesa.

A Be/Cre vai aqui publicando alguns desses contos. Se um dia algum destes nossos alunos se tornar famoso, esperemos que não se esqueça de nós!! : )

13 de novembro de 2008

Uma castanhinha

Na passada 2ª-feira de manhã, dia 10, a professora Ester Mestre acompanhou a turma 6º A à sala da educadora Maria da Luz. E foram munidos de um conto criado na aula de Língua Portuguesa, especialmente pensado para ser contado aos meninos e meninas do Pré-Escolar, pela altura da comemoração do S.Martinho.
Aqui ficam algumas das fotos que registaram o momento e, claro, o próprio conto.




Na floresta, nasceu uma castanhinha que se chamava Martinha. A Martinha era muito pequenina e vivia contente num castanheiro, ao pé da escola.

E os meninos brincavam à roda do castanheiro onde vivia a Martinha. Os meninos gostavam muito de andar à volta da Martinha, mas quando tocou para a entrada, a Martinha ficou cá fora, sempre sozinha no seu castanheiro. De repente, apareceu a chuva e muito vento e a castanha escorregou da sua casa e foi parar à entrada da escola. O Afonso viu a Martinha e foi chamar os seus melhores amigos que eram o Leonardo, o Lucas, a Verónica e a Joana.

Ficaram a brincar com a Martinha. Tocou para a entrada e eles foram mostrar a Martinha à professora Maria da Luz.

A Martinha ficou a ver a aula e gostou muito dos seus amigos e da professora. Acabou por pedir ao pai se podia ir para a escola.

- Pai posso ir para à escola? - perguntou a Martinha.

- Se te portares bem, podes. - respondeu o pai ouriço.

No dia seguinte, a Martinha estava tão entusiasmada com o seu primeiro dia na escola, estava tão nervosa, que até acordou antes do despertador! Meteu rapidamente os livros na mochila e apressou-se no caminho.

A Martinha foi a primeira a chegar à escola. Entretanto, chegaram os seus amigos: Afonso, Leonardo, Lucas, Verónica e a Joana. Tocou para a entrada, e a Martinha continuava muito nervosa.

Lá dentro, começaram a cantar e Martinha divertia-se imenso. Chegou a hora do lanche e foi ver o que o pai lhe tinha posto dentro da mochila.

Quando começaram novamente as aulas, a professora chamou-a ao quadro. Ela estava com medo de errar a pergunta, mas acertou e ficou muito contente.

Chegou a casa e o pai quis logo saber como tinha corrido o primeiro dia de aulas.

E a partir desse momento, os dias dela foram cada vez mais alegres.

Passaram muitos anos e a castanhinha, que não sabia nada, aprendeu muitas e muitas coisas e veio a ser ... professora!


Alunos do 6ºA