3 de março de 2009

"Um Ano Lectivo"


Aqui temos mais uma narrativa da autoria dos nossos escritores!


Era uma vez uma rapariga que se chamava Iolanda. Ela era nova na escola D. Sebastião, em Vila Nova de Gaia.
Duas raparigas que estavam à entrada da escola, a Maria e a Mariana, aperceberam-se que a Iolanda era nova lá na escola, porque parecia perdida. Aproximaram-se e disseram:
- Olá, já reparámos que és nova por aqui. Podemos ajudar-te? Junta-te a nós. – perguntaram elas.
- Que simpáticas! Ficava muito agradecida. Não é fácil andar numa escola que não conhecemos! – respondeu a Iolanda.
Juntas, as novas amigas foram dar uma volta pela escola, para que a Iolanda se integrasse.
Entre testes, exames, trabalhos, e festas, o ano lectivo passou rapidamente e aproximou-se a festa de final de ano, em que toda a gente queria participar.
No dia da festa, elas chegaram mais cedo à escola para ensaiar. Havia muita coisa para fazer, pois ele era músicas, danças, enfim, uma festa em grande.
No final do ensaio, Iolanda, insegura, disse:
- Acho que não vou conseguir! Com as pessoas a assistir fico nervosa, vou-me esquecer de tudo e o resultado vai ser uma grande trapalhada.
As suas amigas confortaram-na dizendo:
- Não te preocupes! No fim tudo corre bem!
Na hora da festa estavam todas muito nervosas, mas tudo correu bem. O público aplaudiu e foi um sucesso!
Depois, nos bastidores, fizeram um concurso para ver quem dançava e cantava melhor. Adivinhem quem ganhou a dança? Sim, foi a Iolanda. A cantar, ganhou à Maria.
Para celebrar o início das ferias de Verão, o grupo de amigas teve a ideia de fazer uma festa. A Mariana sugeriu que fosse no barracão do João. A Iolanda questionou-se se seria boa ideia:
- Achas que é boa ideia irmos para o teu barracão, João?
- Sim claro! Desde que o deixemos como o encontrámos, não faz mal.
Quando acabou a festa, já era de manhã, e ninguém deu pelas horas passarem.
A mãe da Mariana foi ao quarto para a acordar mas ela não estava lá, o que a deixou numa grande preocupação. Quando Mariana chegou a casa, a mãe começou a ralhar com ela por não ter avisado que não ia dormir a casa, e ficou três semanas de castigo.
Quando acabou o castigo, começaram, então, as férias.

Diogo Manata e Rita Marques, 6ºB

19 de fevereiro de 2009

Desfile de Carnaval



Amanhã, 6º-feira, dia 20, pelas 10 horas, cumprir-se-á a tradição do Desfile de Carnaval pelas ruas da vila. A Santa Casa da Misericórdia de Montargil também se irá juntar a nós!


Mascara-te e vem divertir-te!

17 de fevereiro de 2009

Ainda as Piadas de Bocage



A uma velha muito feia:


Não veio a morte buscar-te

Com o seu chamante robusto,

Porque receia ao encarar-te

Morrer a Morte de susto.


;-)

12 de fevereiro de 2009

Visão de Fevereiro



ALGUNS DESTAQUES:


- Sugestões de partidas de Carnaval (pág. 16)

- Entrevista a Alice Vieira* (pág. 20)

- Miguel Oliveira: campeão mundial de Mini GP (pág.24)

* A grande escritora que nos presenteará com a sua presença no mês de Maio!

10 de fevereiro de 2009

O Amor Anda no Ar

Lenço dos Namorados, uma tradição nortenha


Já sabes que ao longo desta semana podes (e deves!) passar pela tua Biblioteca para deixares uma mensagem de amor e / ou amizade "àquela pessoa"...

O Dia de S.Valentim é já no Sábado, dia 14!

9 de fevereiro de 2009

Novo Logótipo da Be/Cre

Da dupla de designers do 8ºA, João Rosa e Filipe Monteiro:


5 de fevereiro de 2009

O Poeta Bocage e o seu Sentido de Humor

(Manuel Maria do Bocage, 1785-1805)

Diz a lenda que Bocage, ao chegar em casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal.
Chegando lá, constatou um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos Bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
- "Doutor, afinal eu levo ou deixo os patos?" :)